Mentoria individual · um trimestre · vagas limitadas
Um trimestre de direção individual com quem lidera projetos dentro do corporativo há vinte anos. Na prática: sem teoria, sem fórmula. A conversa é sobre o seu projeto, o que está travado nele, e o que fazer na segunda de manhã.
Você se reconhece nisso
Você chegou onde está por competência. Passou anos entregando, aprendeu na prática, tirou certificação, virou a referência de quem está começando.
E agora tem um projeto no seu nome que não anda. O cronograma não fecha, ou fecha e ninguém confia nele. O escopo muda toda semana. O patrocinador não decide. As pendências voltam iguais na reunião seguinte. E o chefe pergunta, mais uma vez, como está o projeto.
Você não fala disso com ninguém dentro da empresa. Perguntar a um par é entregar o argumento para quem disputa a mesma promoção. Levantar a mão para o chefe é produzir justamente a evidência que você não quer produzir. Então você aguenta calado e tenta resolver sozinho, mais uma semana.
“Estou no cargo, e a cadeira ficou maior que a bagagem que me trouxe até aqui.”
Isso não é falta de competência. É falta de direção sobre um caso específico, e caso específico nenhum curso resolve, porque curso nenhum foi escrito olhando o seu cronograma, o seu patrocinador e o seu comitê.
O que está em jogo
Quando o trimestre fecha e o projeto não entrega, quase nunca alguém perde o emprego. O que acontece é mais silencioso, e dói mais: o projeto passa para outro nome. Você continua na empresa, continua recebendo, e senta na mesa ao lado vendo outra pessoa tocar o que era seu.
A partir dali, você deixa de ser a pessoa que a empresa chama quando o projeto não pode falhar.
Por isso o relógio aqui não é a sua carreira, é o trimestre. Três meses decidem quem continua sendo chamado, e três meses passam de qualquer jeito, com ou sem direção.
O outro lado
Não vem prêmio, não vem anúncio. Vem uma coisa só, e quem trabalha em empresa grande reconhece na hora: o chefe para de perguntar.
Para de perguntar porque a data que você deu é uma data que você consegue defender. Porque o benefício do projeto cabe em uma frase. Porque as pendências têm dono, prazo e registro. Porque, no fim do trimestre, você apresentou resultado com número, e não mais um status.
Promoção, projeto maior, o convite para a próxima mesa. Tudo isso é consequência, e vem depois. Primeiro vem o silêncio do chefe, e ele é medido em terça-feira.
Por que ainda não resolveu
Deu o certificado. Não deu a decisão de segunda de manhã.
Resposta pronta para uma situação que é só sua.
Dizem o que um cronograma precisa ter. Não dizem o que fazer quando o patrocinador não decide e o escopo não congela.
O par disputa a mesma promoção.
A tentativa mais comum de todas, e a que custa mais caro.
Nada disso falhou por sua causa. Falhou porque todas essas respostas foram escritas para uma pergunta genérica, e ninguém olhou o seu projeto. Confiança não vem antes da entrega. Vem depois.
A virada
Onde você está hoje
Onde você chega em três meses
Como isso acontece é um método próprio, em quatro fases, aplicado ao seu caso e a mais nada. Não existe gravado, não é vendido em aula, e não funciona igual para duas pessoas, porque nenhum projeto trava pelo mesmo motivo. O que não muda é o destino: no fim do trimestre, você apresenta o resultado para a sua liderança.
Quem conduz
Vinte dos vinte e nove anos de carreira foram em liderança de pessoas e gestão de projetos. Comitê difícil, patrocinador que não decide, escopo que não congela, prazo que a diretoria não quer ouvir mudar. Nada disso é exemplo de apostila aqui, é a semana de quem conduz a mentoria.
A direção que você recebe não vem de lembrança de carreira, vem de quem continua dentro do corporativo hoje. É por isso que a conversa começa no seu cronograma, e não em um modelo pronto.
Entre os profissionais que já passaram por esse acompanhamento individual, os resultados relatados foram tirar a certificação Scrum Master, passar a trabalhar com OKRs, assumir e permanecer no PMO, e assumir o cronograma no MS Project. São histórias contadas uma a uma, sem percentual e sem promessa, porque cada projeto é um caso.
Um perfil específico
Antes de entrar
Entregar projeto complexo sozinho não existe. Existe quem tem a quem perguntar. A diferença entre quem destrava e quem trava raramente é conhecimento, é ter alguém de fora, sem interesse na sua cadeira, olhando o mesmo cronograma que você.
Porque certificação responde a uma pergunta genérica, e aqui a pergunta é o seu caso. Nada do que acontece na mentoria existe para explicar o que é um cronograma. Existe para resolver o seu, com o seu patrocinador, o seu comitê e a sua data.
A mentoria acompanha o trabalho que você já faz, não adiciona um segundo trabalho. O que sai dela é o que precisa ser entregue de qualquer jeito, só que defendido e no prazo.
O atendimento é individual e nada é público. Não há postagem com o seu nome, com o nome da sua empresa nem com o caso do seu projeto. O que é falado na sessão fica na sessão.
O valor é dito na conversa, depois de olhar o seu caso, porque antes dele existe uma pergunta que vale mais: quanto custa fechar mais um trimestre com esse projeto travado. Se o seu desafio não couber em três meses, você vai ouvir isso, e ninguém perde o trimestre.
Próximo passo
Se você chegou até aqui e se reconheceu, isso já é uma resposta. Escreva em duas linhas o que está travado no seu projeto hoje. Você recebe uma leitura honesta sobre se isso cabe em um trimestre, e o que fazer se não couber.